segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Um diabinho apaixonado confessa-se ao seu diário .......... Beatriz, 9.ºA


                                                                                                    15 de dezembro de 1517

Querido Diário!

Desculpa não te ter escrito durante alguns dias, mas os preparativos da barca foram muito cansativos. Porém aqui estou eu a contar-te o que se tem passado.
Neste momento, estou na passagem infernal, a caminho da nossa maravilhosa, ou melhor, da nossa ardente terra do inferno, a caminho de casa…
Sabes, não estou feliz… Se bem que já tenha na minha barca um fidalgo de solar, um sapateiro, um onzeneiro, uma alcoviteira, um frade e a sua amante, um corregedor, um enforcado e um judeu com um bode, para levar para as terras de Lúcifer, eu sinto que me falta algo. Tal tem acontecido desde algumas viagens para cá. Sinto um aperto no peito e ando a desconfiar que seja a ausência da comandante do lado.
Ah! Meu querido diário, ajuda-me!
Ela é a minha inimiga natural!
Como poderei sentir tal coisa? Será amor? Amor num diabo? Isto é muito mau! Mas não consigo evitar! São saudades…
Será que ela sente o mesmo por mim? Ai! Ai!
Até fiz um poema… olha só: 
                        Anjinha do meu coração,
                        O meu desejo era que pecasses,
                        Para que um dia
                        Ao pé de mim ficasses!
Isto não é normal! Que sentimento é este? Ou melhor, que doença é esta?
Mas ,pronto, amanhã é um novo dia e talvez já não me lembre desta parvoíce!
Tem uma boa noite!Até à próxima, amigo!

                                                                                                           Beatriz, 9.ºA

Carta do fidalgo "Dom Anrique" para o seu primo Dom Dinis ........... Inês, 9.ºB

                                                                      Cais, 15 de outubro de 1517
Primo Dom Dinis,
escrevo-te esta carta para te alertar dos pecados que cometeste ou que cometerás. Peço-te para os evitares, pois, depois de os cometeres, terás uma horrível recompensa.
Eu cometi graves pecados e agora estou completamente destruído e sem forma melhor de viver. Querem levar-me para um local onde não farei uma vida normal.
Tais pecados me levaram a esta desgraça, por isso te aconselho, como teu primo que gosta de ti, a levares a vida conforme Deus pede. Faz o que te pedem de boa fé, luta para que a tua vida não fique numa total desgraça, vive sem maldades, faz todos os possíveis para seres feliz!
Para onde me querem levar, não serei feliz e lá terei de superar tudo sem vida.
Não cometas pecados, pois podes ter uma vida rica de alegria. Podes vir a ser um grande homem na terra e vir a ter os melhores luxos da tua vida.
Agora a desgraça abateu-se na minha vida! Vai tudo acabar para mim!
Quando cometi tais pecados nunca pensei que me viria a acontecer tal desgraça.
Espero que penses naquilo que te aconselhei e nunca sigas pelo caminho para onde me querem levar.
Felicidades e um abraço do tamanho deste mundo do lado de cá!   
                                                                            Fidalgo Dom Anrique

Inês, 9.ºB

O encontro entre o Diabo e o Onzeneiro ......... Ana Lúcia, 9.ºA


                                                                                  17 de junho de 1520

 Meu querido Diário!

Cá estou eu, pronto para desabafar contigo! Hoje o dia foi muito longo, cheio de azáfama e correria.
Nem sabes quem é que entrou cá, hoje! Estás preparado? O Onzeneiro! Admirado? Pois ele também ficou assim, quando teve que meter aqui os pés. Ao início, não queria entrar, pois só se defendia, dizendo que nunca na vida dele tinha pecado e que não tinha nem ponta de ladrão. Até a ele próprio conseguiu enganar! Mas, o pior disto tudo foi que ele me insultou, chamando-me de cornudo! Ah! Acha-se ele importante!
Bom, mas o melhor disto tudo é que já cá canta mais um! Estamos a ficar com a lotação esgotada!!! Hi! Hi! Hi!
Agora, tenho que ir aos meus afazeres, porque ainda tenho que tratar de uma papelada. Com a entrada de mais um diabrete, nem tive tempo para ver como andam as coisas!

Por hoje não tenho mais nada para te dizer… Mal aconteça outra peripécia, venho logo contar-ta… 
Dorme bem!
                                                       Ana Lúcia, 9.ºA

  

O magusto do Diabo ............... Alex, 9.ºA

                                                                           10 de novembro de 2012

 Meu querido diário!

Hoje, o dia correu-me mesmo mal, principalmente quando fui às compras e quando fiz o magusto.
Quando fui às compras, esqueci-me da coca-cola, no parque de estacionamento. Ainda por cima, este refrigerante está caríssimo! Isto aconteceu quando o Anjo embateu contra o meu carro por já estar embriagado! Lá se foi o meu Diabomóbil…
À tarde, quando estava a assar castanhas, comecei a cantarolar e sem dar conta reparei que estava a cantar a música: “Estava a assar castanhas… tinha o lume a arder. Queimei um corninho, sem ninguém saber. Se fosse outra coisa, eu não me importava, mas era o corninho que eu usava para dar a cornada!!!”.
Bom, e como já percebeste, queimei um corninho. Foi muito doloroso!
Dorme bem e até amanhã!!!


Alex, 9.ºA


Página do diário do Diabo ........ Tânia 9.ºA


                                                                            25 de outubro de 1517

Meu querido diário!

Hoje, escrevo-te para te contar o meu dia, que esteve cheio de emoções.
Como sabes, eu e o Anjo não nos damos muito bem e hoje foi mais um daqueles dias de grandes brigas. Discutimos, porque queríamos ver qual de nós iria levar mais gente.
Ah! Ah! Ah! Claro que fui eu, porque muitas pessoas pecam. Raras são aquelas que nunca pecaram e que só querem o bem.
O Anjo, mais uma vez, ficou chateado, mas é assim…
Amigo, tu nem imaginas a quantidade de almas pecadoras que levei atá ao inferno! Era tanta, tanta gente no batel que ele balançava para aqui e para ali… e quase se afundou.
O melhor disto tudo foi que conheci uma diabinha linda, que tinha os cabelos aos caracóis loiros, olhos verdes e um sorriso maravilhoso. Era um sonho de mulher!
Bem, obrigado por me teres ouvido. Amanhã, volto para te contar, mais novidades. 

Até amanhã e dorme bem!

                                                                                          Tânia,9.ºA

 

Amor e amizade: sentimentes que vivem juntinhos, juntinhos................................ Cristiana, 9.ºB

A amizade e o amor são dois sentimentos diferentes, mas, ao mesmo tempo, completam-se um ao outro. Disso ninguém tem dúvidas!

A verdadeira amizade é um sentimento que não se pode comprar nem vender. Ela conquista-se com o passar dos minutos, dos dias, do tempo… Quando andávamos na primária, éramos meninos simples que estávamos a aprender a conquistar a verdadeira amizade. Nós não tínhamos a verdadeira noção do que realmente era esse sentimento tão nobre. Afinal de contas éramos crianças! Ao longo da nossa vida, vamo-nos apercebendo de quem são os verdadeiros amigos. Por vezes, enganamo-nos, porque pensamos que temos verdadeiros amigos e não passam de falsos amigos.
O amor faz parte da nossa vida, desde que vimos o primeiro raio de luz até ao fechar eterno dos olhos. Crescemos com o amor dos nossos familiares/amigos e com amor às coisas que mais gostamos. Eu acho que a vida era muito triste sem o amor! Às vezes, dizem que o amor se faz ódio… Isso é uma coisa que eu não entendo. Para mim, o amor é tão, tão importante.

Em conclusão, eu acho que o amor e a amizade verdadeiros são os pontos mais importantes da nossa vida.

                                                                                                                                                                                                            Cristiana, 9ºB

domingo, 30 de dezembro de 2012

Quem é mais importante na minha vida: o Amor ou a Amizade? ......................................... Mariana, 9.ºA

    O amor e a amizade, apesar de serem sentimentos diferentes, têm muito em comum. Para haver amor é necessário haver também a amizade e vice-versa.
    O amor é o sentimento mais forte e mais intenso que conheço e tanto nos pode fazer sentir a pessoa mais feliz do mundo, como nos pode deixar arrasados e a sofrer. Até é bom sofrer por amor! O pior é sofrer sem ele! O amor pode mudar as pessoas e é por ele que cometemos as maiores loucuras, como, por exemplo, ser injustos com as pessoas. Mas a verdade é que a vida sem o amor perderia a graça.
    A amizade, embora não seja tão forte nem tão intensa como o amor, não deixa de ser importante. São os amigos que nos apoiam tanto nos bons como nos maus momentos e é com eles que nos aconselhamos sobre o que fazer ou não fazer nas melhores e nas piores situações.
    Mas ser amigo não é só isso! Às vezes também é preciso saber dizer um "não", quando merecemos ouvi-lo. Um verdadeiro amigo está presente em todas as etapas da nossa vida. Quem sabe se de uma grande amizade não nasce um grande amor?
Por fim, posso concluir que um grande amor pode acabar, mas uma verdadeira amizade não, pois os amigos são as pessoas que realmente amamos e eternamente amaremos.

Mariana, 9.ºA

A importância do amor e da amizade para a vida humana ......... Inês, 9.ºB

A amizade e o amor são dois sentimentos distintos, mas, ao mesmo tempo, completam-se um ao outro. Disso ninguém tem dúvidas!
Amor… O que será o amor para as pessoas?
Será um abraço? Um beijo? Palavras confortáveis? O amor é isso e muito mais!
Às vezes pergunto-me a mim mesma: o que será que os outros pensam sobre este sentimento tão forte que une as pessoas?
Bem, para mim o amor é um sentimento muito bonito! É um sentimento para a vida toda!
E a amizade? A amizade é um sentimento mais poderoso. Sem amigos o que seria de nós? O que seria do mundo, cheio de pessoas solitárias… Toda a gente tem amigos, mas nem todos são verdadeiros Por isso devemos ter cuidado com as amizades e temos de ver em quem confiamos…
Na minha opinião e por tudo o que foi referido, mais vale uma verdadeira amizade do que um amor falso.
 
Inês, 9.ºB

O valor da amizade e o amor .............. Leonor, 9.ºA

Costuma dizer-se que ninguém escolhe a família, mas com os amigos não acontece o mesmo. O amor que sentimos uns pelos outros é o maior tesouro que alguém pode ter!
Somos nós próprios que escolhemos quem deve fazer parte da nossa rede de amizade.
Ter amigos que nos amam é essencial na nossa vida! São eles que, muitas vezes, no põem um sorriso na cara, são eles que nos limpam as lágrimas quando estamos tristes, são eles que nos dão conselhos para conseguirmos superar aquilo que nos atormenta, são eles que nos ouvem quando nós mais precisamos, são eles que nos aturam e é com eles que temos as melhores brincadeiras. Ter a amizade e o amor de um amigo é ter tudo!
Ter amigos resume-se apenas numa simples palavra: confiança. Mas para manter essa confiança é preciso trabalho. Muito trabalho, aliás! A amizade segue regras. Se falharmos alguma delas, estamos sujeitos a perder algum dos nossos amigos.
Uma amizade pode levar anos a ser construída e, ao mínimo deslize, todos esses anos de trabalho podem acabar no lixo.
Como disse anteriormente, ter um amigo é ter tudo. Por isso, não te esqueças de tratar bem os que te amam, pois são eles que vão cuidar de ti.
 
Leonor, 9.ºA

O amor e a amizade! ........... Catarina, 9.ºB


A amizade e o amor são dois sentimentos diferentes, mas, ao mesmo tempo, completam-se um ao outro. Disso ninguém tem dúvidas!
Para mim, o amor é um sentimento que não nos permite escolher de quem se quer gostar, mas sente-se intensamente, fazendo bater o nosso coração a um passo acelerado. Pelo amor consegue fazer-se tudo, pois é nosso objetivo alcançar a felicidade e evitar a tristeza.
No meu pensar acerca do que é o amor, digo que existem muitas formas de amar e ser amado. Há amor de mãe, pai, irmão ou mesmo de familiares menos próximos. Depois, existe o amor que se sente por alguém que, muitas vezes, é um amigo, que se torna especial. Esse amor é diferente e, muitas vezes, é melhor do que todos os outros. Normalmente sente-se por alguém que começa por ser um simples um amigo, mas que, afinal, não é tão simples como parecia ser. Quando esse amigo é alguém especial, faz-nos sentir seguros, leva-nos a ver a vida com outros olhos e ajuda-nos a relembrar o passado, ver o presente e a pensar no melhor futuro.
Amar alguém é precioso! É algo que não se escolhe por escolher e que não se quer por querer.
Bom, também tenho de lembrar que se, por um lado, o amor que se sente por alguém é um sentimento agradável; por outro lado, pode igualmente conduzir ao sofrimento. Porém, se quisermos, é mais forte do que todos os obstáculos que nele existam.
Já a amizade é algo que se adquire com a convivência com os outros e que se vai construindo com o passar do tempo.
Eu sinto que há amizades que não passam de uma simples amizade. Tal é bem visível quando se regista afastamento físico com essa pessoa amiga, motivado por diversas circunstâncias como a ida para outro local de trabalho ou para outra zona do país /mundo. Isso conduz ao esquecimento dessa pessoa.
As amizades verdadeiras são puras e são de tal forma sinceras e compatíveis que se é capaz de tudo para as salvar. Essa amizade verdadeira não se esquece e, por vezes, é tao profunda que até se confunde com o amor.
Pelo que falei, eu concluo que amar, ser amado e ter verdadeiras amizades é algo que desenvolve a nossa vida, que nos abre o coração e nos faz viver em união com os outros!

                                                                                                                                                                                            Catarina, 9ºB

Amor à primeira vista ............ Ana Amélia e Diana, 8.ºA

      Era uma vez um príncipe que não achava mulher que lhe agradasse. Um dia, foi a uma feira e viu lá o retrato de uma menina. Foi amor à primeira vista! Ele sem hesitar aproximou-se dela e perguntou:
- Como se chama esta beldade rara, já alguma vez vista em todo o mundo?
- Chamo-me Matilde, meu querido jovem . – respondeu ela.
Entretanto continuaram o diálogo. O príncipe não conseguia tirar a princesa da sua cabeça e pensava nela a toda a hora. 
Certo dia, reencontraram-se e ele declarou-se a ela. Ela disse-lhe que o seu amor era impossível, pois ela estava noiva de um príncipe que ela nem conhecia. O príncipe virou as costas e foi embora a chorar, porque ele amava-a tanto como nunca amou ninguém. A princesa também não estava nada bem, visto que só se lembrava do momento em que aquele jovem encantador lhe disse aquilo e do sofrimento que ele estava a sentir.
No dia seguinte, a princesa fez as malas, fugiu do castelo e foi ter com o príncipe. Entretanto, resolveram fugir para longe, onde o amor deles pudesse florir. Eles embarcaram em direção a um reino distante, para não serem descobertos.
Daí em diante, construíram uma casa e tiveram dois filhos, a Fabiana e o Tomás, que cresceram fortes e saudáveis. 

 Texto elaborado pelas alunas Ana Amélia e Diana, 8ºA

A importância do uso correto da língua materna ............. Leonor, 9.ºA


A língua é indiscutivelmente uma das características mais importantes da identidade e da cultura de um povo. Saber escrever nos dias de hoje é  imprescindível, tanto para a vida profissional como pessoal. A cada momento das nossas vidas a língua portuguesa está sempre presente.
A nível profissional, quem sabe comunicar, falar e escrever corretamente estará sempre um passo à frente relativamente às outras pessoas. Isto verifica-se logo na primeira entrevista de oferta de emprego. Dar uma ‘boa impressão linguística’ é um dos tópicos fundamentais para sermos ou não escolhidos pela entidade patronal. Para isso, precisamos de dominar a nossa língua materna, caso contrário seremos rejeitados de imediato. Nos dias de hoje, e mais do que nunca devido à escassez de vagas de oferta de emprego, o domínio da nossa língua é cada vez mais crucial.
A nível pessoal, a maneira como nos expressamos com outras pessoas é essencial. No nosso quotidiano estamos rodeados de outras pessoas e precisamos da língua portuguesa, para percebermos corretamente o que nos dizem e o que queremos dizer de uma forma clara. Só assim seremos interpretados da forma que pretendemos.
Portanto, não importa quais sejam os nossos planos (dos mais simples aos mais ambiciosos), porque em todos eles vamos incluir um dos mais importantes ingredientes para serem bem concretizados e bem sucedidos: o uso correto da língua portuguesa.
 
Leonor, 9.ºA

O retrato da princesa .............. Inês, 9.ºB


Era uma vez um príncipe que não achava mulher que lhe agradasse. Um dia foi a uma feira e viu lá o retrato de uma menina tão, linda, tão linda que mal podia imaginar-se ao lado de tanta beleza. Inquieto e curioso, o príncipe perguntou a vários feirantes quem era a rapariga do retrato, mas ninguém quis responder-lhe, temendo que a jovem viesse a ter algum castigo, fruto de alguma desobediência cometida. Logo que chegou ao palácio, o príncipe sentou-se na sua poltrona e ficou pensativo durante uns minutos.
Pensou, pensou, pensou na beleza extrema da rapariga do retrato, mas não se recordava de ninguém tão belo. O príncipe era um jovem e muito bonito, porém, apesar de ter muitas pretendentes, nenhuma era tão bonita como ela.
A rapariga do retrato tinha cabelos encaracolados e castanhos, os seus olhos eram grandes e azuis como as águas límpidas que rodeiam as ilhas, as pestanas eram longas e muito pretas, como as azeitonas na altura da colheita.
O príncipe esteve longos minutos a pensar na rapariga do retrato, até ser interrompido pelo seu conselheiro:
- Meu príncipe, gostava de lhe falar sobre um assunto! – exclamou o conselheiro.
- Pode falar. – respondeu o príncipe.
Meu senhor, antes do seu pai morrer e sua mãe também, pediram-me para continuar a cuidar de si! O príncipe é jovem, todavia já está na altura de se casar. Construir uma família é o dever de todo e qualquer príncipe! – exclamou o conselheiro.
- Alberto, eu quero casar e quero ser um homem de família, tal como o meu pai, contudo para isso tenho que encontrar uma bela rapariga. Não sei quem é e até pode ser de família pobre, no entanto quem eu quero para minha mulher é ela, a rapariga do retrato. – suspirou o príncipe.
O conselheiro ficou surpreendido com as palavras do príncipe, porque nunca o ouviu a dizer tal coisa.
Passaram dois dias e duas noites e o príncipe voltou à feira. Perguntou a toda a gente se conhecia a bela jovem, mas ninguém lhe respondia com medo. O príncipe estava a ficar desesperado até que avistou uma jovem.
Parecia-lhe a rapariga do retrato.
- Será que é ela?- perguntou a si mesmo. E se não for?- continuou com as perguntas.
Ficou meia hora parado, no meio do caminho, no meio da confusão, a olhar fixamente para a jovem. Reparava como ela tocava levemente nos tecidos que estavam nas barracas, como cheirava profundamente as belas flores, mas não tao belas como ela!
De repente, começou a correr na sua direção e a gritar: é ela, é ela, é ela….
Todo o mundo se começou a rir, pois parecia maluquinho!
Mal chegou perto dela, colocou-se logo de joelhos, pegou-lhe na mão e pediu a bela jovem em casamento, à frente de todos e sem qualquer vergonha. A jovem ficou rendida e logo se apaixonou pelo encantador príncipe.
Passou um ano… O príncipe e a princesa marcaram a data de casamento. A lista de convidados era enorme… Condes, duques, reis, rainhas, … Estava toda a gente convidada.
Foi uma enorme festa!
O casal estava muito feliz, mas ainda mais felizes ficaram quando souberam que iam ter o seu primeiro bebé! O príncipe cantou e pulou de alegria.
Nasceu uma menina. Era tao bela como a mãe, ou ainda mais. O nome que lhe deram foi Neusa.

E assim viveram felizes para sempre!

Inês, 9.ºB
Sejam Bem Vindos...

... e sintam-se à vontade para continuar a dar asas à vossa imaginação escrita!
Este blog é feito e pensado sempre em vocês!

Através deste espaço, irei continuar a divulgar os textos realizados no âmbito da disciplina de Português.


Vamos, então, começar o ano de 2013, com fôlego total...
 
 
Professora Sofia