Era uma vez um príncipe que não achava mulher que lhe
agradasse. Um dia foi a uma feira e viu lá o retrato de uma menina tão, linda,
tão linda que mal podia imaginar-se ao lado de tanta beleza. Inquieto e
curioso, o príncipe perguntou a vários feirantes quem era a rapariga do
retrato, mas ninguém quis responder-lhe, temendo que a jovem viesse a ter algum
castigo, fruto de alguma desobediência cometida. Logo que chegou ao palácio, o
príncipe sentou-se na sua poltrona e ficou pensativo durante uns minutos.
Pensou, pensou, pensou
na beleza extrema da rapariga do retrato, mas não se recordava de ninguém tão
belo. O príncipe era um jovem e muito bonito, porém, apesar de ter muitas
pretendentes, nenhuma era tão bonita como ela.
A rapariga do retrato tinha cabelos encaracolados e
castanhos, os seus olhos eram grandes e azuis como as águas límpidas que
rodeiam as ilhas, as pestanas eram longas e muito pretas, como as azeitonas na
altura da colheita.
O príncipe esteve
longos minutos a pensar na rapariga do retrato, até ser interrompido pelo seu
conselheiro:
- Meu príncipe, gostava de lhe falar sobre um assunto! –
exclamou o conselheiro.
- Pode falar. – respondeu o príncipe.
Meu senhor, antes do seu pai morrer e sua mãe também,
pediram-me para continuar a cuidar de si! O príncipe é jovem, todavia já está
na altura de se casar. Construir uma família é o dever de todo e qualquer
príncipe! – exclamou o conselheiro.
- Alberto, eu quero casar e quero ser um homem de família,
tal como o meu pai, contudo para isso tenho que encontrar uma bela rapariga.
Não sei quem é e até pode ser de família pobre, no entanto quem eu quero para
minha mulher é ela, a rapariga do retrato. – suspirou o príncipe.
O conselheiro ficou surpreendido com as palavras do príncipe,
porque nunca o ouviu a dizer tal coisa.
Passaram dois dias e duas noites e o príncipe voltou à feira.
Perguntou a toda a gente se conhecia a bela jovem, mas ninguém lhe respondia
com medo. O príncipe estava a ficar desesperado até que avistou uma jovem.
Parecia-lhe a rapariga do retrato.
- Será que é ela?- perguntou a si mesmo. E se não for?- continuou com as perguntas.
Ficou meia hora parado, no meio do caminho, no meio da confusão,
a olhar fixamente para a jovem. Reparava como ela tocava levemente nos tecidos
que estavam nas barracas, como cheirava profundamente as belas flores, mas não
tao belas como ela!
De repente, começou a correr na sua direção e a gritar: é ela, é ela, é ela….
Todo o mundo se começou a rir, pois parecia maluquinho!
Mal chegou perto dela, colocou-se logo de joelhos, pegou-lhe na mão e pediu a bela jovem em casamento, à frente de todos e sem qualquer vergonha. A jovem ficou rendida e logo se apaixonou pelo encantador príncipe.
Passou um ano… O príncipe e a princesa marcaram a data de casamento. A lista de convidados era enorme… Condes, duques, reis, rainhas, … Estava toda a gente convidada.
Foi uma enorme festa!
O casal estava muito feliz, mas ainda mais felizes ficaram quando souberam que iam ter o seu primeiro bebé! O príncipe cantou e pulou de alegria.
Nasceu uma menina. Era tao bela como a mãe, ou ainda mais. O nome que lhe deram foi Neusa.
E assim viveram felizes para sempre!
Todo o mundo se começou a rir, pois parecia maluquinho!
Mal chegou perto dela, colocou-se logo de joelhos, pegou-lhe na mão e pediu a bela jovem em casamento, à frente de todos e sem qualquer vergonha. A jovem ficou rendida e logo se apaixonou pelo encantador príncipe.
Passou um ano… O príncipe e a princesa marcaram a data de casamento. A lista de convidados era enorme… Condes, duques, reis, rainhas, … Estava toda a gente convidada.
Foi uma enorme festa!
O casal estava muito feliz, mas ainda mais felizes ficaram quando souberam que iam ter o seu primeiro bebé! O príncipe cantou e pulou de alegria.
Nasceu uma menina. Era tao bela como a mãe, ou ainda mais. O nome que lhe deram foi Neusa.
E assim viveram felizes para sempre!
Inês, 9.ºB
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