Terra
da Boa Gente,
11 de janeiro de 1498
Quando começámos esta viagem, sempre pensei
que seria muito difícil concretizá-la, mas, hoje, quando chegámos a esta terra,
a minha esperança e luta aumentaram. Nunca pensei que, para lá do nosso mar
lusitano, existisse gente tão bondosa e amigável como a que conhecemos!
Depois de muito navegarmos desde que partimos da Terra Natal, chegámos finalmente a uma terra onde fomos muito bem recebidos pelo rei Artur. Este acolheu-nos de bom grado e com muito gosto e apresentou-nos a todo o seu povo, fazendo-nos uma festa de boas vindas.
O clima nesta terra é muito ameno e agradável. O tempo parece que para e que tudo se torna irreal, imperando apenas aventuras fantásticas e hilariantes.
Nunca me senti tão feliz, desde que parti da minha terra lusitana. Espero que a partir de agora tudo nos corra bem e sem dificuldades. Gostava que todos os próximos povos, que ainda espero encontrar, sejam tão bondosos e cultos como este povo.
11 de janeiro de 1498
Querido diário!
Hoje chegámos à
Terra da Boa Gente. Depois de muito navegarmos desde que partimos da Terra Natal, chegámos finalmente a uma terra onde fomos muito bem recebidos pelo rei Artur. Este acolheu-nos de bom grado e com muito gosto e apresentou-nos a todo o seu povo, fazendo-nos uma festa de boas vindas.
O clima nesta terra é muito ameno e agradável. O tempo parece que para e que tudo se torna irreal, imperando apenas aventuras fantásticas e hilariantes.
Nunca me senti tão feliz, desde que parti da minha terra lusitana. Espero que a partir de agora tudo nos corra bem e sem dificuldades. Gostava que todos os próximos povos, que ainda espero encontrar, sejam tão bondosos e cultos como este povo.
Bom, meu querido amigo……já é tarde e eu vou ter de
ir descansar. Amanhã vou terei de me levantar cedo juntamente com o resto do
povo lusitano que me acompanha. Pode ser que amanhã te consiga contar mais um dia
da minha viagem.
Um abraço saudoso do teu amigo,
Vasco da Gama
Vasco da Gama
Ana Maria, 9ºA
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