22 de novembro de 1497
Depois de termos ancorado na baía de Santa Helena, local onde conhecemos outros povos, aos quais dignámos contar a nossa história, estes também nos contaram lendas maravilhosas sobre o mar e a terra. Foram momentos bem passados!… O clima era excelente e habituámo-nos rapidamente a ele; as terras eram férteis e estes povos, apesar de pouco desenvolvidos, sabem retirar o melhor que a terra lhes dá. Mas pouco tempo estivemos lá, pois o futuro esperava-nos e a felicidade acabou depressa.
Eu, como capitão-mor desta armada, que pretende atingir a Índia pela rota do Cabo das Tormentas, agora mais conhecido por Cabo da Boa Esperança, fui confrontado com tal gigante. Quando tal coisa aconteceu, vi-me num tremendo desespero, pois não sabia nem por sombras o que realmente me esperava. A lenda dizia que, naquele preciso local, o mundo acabava, mas a minha tripulação estava preparada para isso e muito mais. A maior parte deles tinha mulher e filhos, porém a curiosidade e a coragem falava mais alto e nunca desistimos!
O Adamastor, falado também nessa lenda, era um monstro ou mais que isso, um ser inimaginável aos olhos do ser humano. Este, segundo os nativos anteriormente visitado, era um ser robusto e vigoroso, que se mostrava no ar. A sua face detinha uma barba suja de algas e os seus olhos eram encovados e demonstravam a sua personalidade medonha.
Mas eu, Vasco da Gama, não demonstrei o meu medo e fúria ao aproximar-me do cabo, porque a minha tripulação é a minha família e não podia fazê-los sofrer ou duvidar do seu destino.

No preciso momento em que estava a
passar pelo Cabo das Tormentas, um enorme vulto surgiu na popa do navio. Não se
conseguia ver ao certo o que era, mas seria decerto o famoso Adamastor. Uma
tempestade se ergueu perante nós e lá estava ele a assombrar-nos, até que se resolveu…
Nesse momento, o meu coração deixou de trabalhar, os meus pulmões de respirar e
o meu cérebro não sabia o que fazer. Mas, no momento seguinte, aconteceu
precisamente o contrário! Tudo funcionava a uma velocidade espantosa, por isso decidi-me
finalmente.
Mandei a tripulação fazer o mais indicado para esse momento e ela, como sempre, fê-lo sem vacilar. Aquele monstro quase nos afundou…
Porém passamos esse desafio, sãos e salvos! Estávamos tão felizes e a adrenalina estava à flor da pele... Até que, de repente, deparámo-nos outra vez com o tal colosso, mas agora mesmo à frente da nossa proa. Todavia, contrariamente a tudo aquilo que se dizia, ele era uma onda gigantesca que ocorrera ali. Esta foi a mais difícil de combater, no entanto ultrapássmos todas aquelas desventuras.
Olá meu amigo marujo!
Hoje foi um dia muito cansativo
para toda a tripulação, mas especialmente para mim.Depois de termos ancorado na baía de Santa Helena, local onde conhecemos outros povos, aos quais dignámos contar a nossa história, estes também nos contaram lendas maravilhosas sobre o mar e a terra. Foram momentos bem passados!… O clima era excelente e habituámo-nos rapidamente a ele; as terras eram férteis e estes povos, apesar de pouco desenvolvidos, sabem retirar o melhor que a terra lhes dá. Mas pouco tempo estivemos lá, pois o futuro esperava-nos e a felicidade acabou depressa.
Eu, como capitão-mor desta armada, que pretende atingir a Índia pela rota do Cabo das Tormentas, agora mais conhecido por Cabo da Boa Esperança, fui confrontado com tal gigante. Quando tal coisa aconteceu, vi-me num tremendo desespero, pois não sabia nem por sombras o que realmente me esperava. A lenda dizia que, naquele preciso local, o mundo acabava, mas a minha tripulação estava preparada para isso e muito mais. A maior parte deles tinha mulher e filhos, porém a curiosidade e a coragem falava mais alto e nunca desistimos!
O Adamastor, falado também nessa lenda, era um monstro ou mais que isso, um ser inimaginável aos olhos do ser humano. Este, segundo os nativos anteriormente visitado, era um ser robusto e vigoroso, que se mostrava no ar. A sua face detinha uma barba suja de algas e os seus olhos eram encovados e demonstravam a sua personalidade medonha.
Mas eu, Vasco da Gama, não demonstrei o meu medo e fúria ao aproximar-me do cabo, porque a minha tripulação é a minha família e não podia fazê-los sofrer ou duvidar do seu destino.

Mandei a tripulação fazer o mais indicado para esse momento e ela, como sempre, fê-lo sem vacilar. Aquele monstro quase nos afundou…
Porém passamos esse desafio, sãos e salvos! Estávamos tão felizes e a adrenalina estava à flor da pele... Até que, de repente, deparámo-nos outra vez com o tal colosso, mas agora mesmo à frente da nossa proa. Todavia, contrariamente a tudo aquilo que se dizia, ele era uma onda gigantesca que ocorrera ali. Esta foi a mais difícil de combater, no entanto ultrapássmos todas aquelas desventuras.
A
minha família estava de novo nas minhas mãos! Conseguimos, então, ultrapassar o
desafio mortal. Agora sim, a nossa felicidade era permanente, a festa começara…
Já
é de noite e estou muito cansado. Pretendo parar uns dias num porto próximo, para
a minha tripulação descansar.
Liliana, 9.A
Este texto fala do gigante Adamastor que era uma lenda. A tripulação de Vasco da gama decidiu ir ao encontro dele, por que a curiosidade falava mais alto.
ResponderEliminarElsa, 8.A
Este texto está muito bem elaborado e consegue mostrar a adrenalina que o Vasco da Gama viveu quando estava a passar o tão temido Cabo das Tormentas.
ResponderEliminarEstá muito bonito :)
Matilde, 8ºA
A tripulação de Vasco da Gama teve muitos desafios, mas conseguiram ultrapassar, "hoje" estão todos bem.
ResponderEliminar