Quando avistei aquele lugar deslumbrante senti um grande orgulho e felicidade. Todos os marinheiros aclamaram “vivas” por termos conseguido fazer aquela viagem tao tenebrosa e perigosa. Enfim, … Confesso que passámos grandes sacrifícios no mar e também muitas privações.
Eu dei, sempre que possível, coragem aso meus marinheiros e dei-lhes alento para continuarmos naquela aventura de chegarmos a Calecut.
Assim, ao ver esta terra “estranha”, com pessoas diferentes das nossas, senti uma curiosidade em estar em contato com elas: saber a sua língua, a sua cultura e os seus costumes. Esta gente “estranha” recebeu-nos muito bem apesar das nossas diferenças.
Os meus marinheiros exploraram, de imediato, aquele lugar que parecia mágico e que convidava à descoberta.
Ah! Como foi admirável saborear aquela vitória da descoberta do povo lusitano.
Francisca Alves 9ºD, nº14
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