quinta-feira, 6 de junho de 2013

Vasco da Gama na ilha de Natal

                                                            Ilha de Natal, 25 de dezembro d 1447

Querido diário!

Quero contar-te algumas das aventuras por mim vividas durante a viagem. Sabes que eu quase morria, devido a perigos que se colocaram à frente dos meus olhos!
Estava um dia suave, o céu mostrava toda cor azul que o carateriza, o mar encontrava-se calmo e sol agradável aquecia os nossos corpos. Entretanto algumas nuvens negras apareceram e escureceram todo o céu.
Comecei a ficar assustado! Uma tempestade estava para se formar. A minha nau começou a partir-se aos poucos, graças à força do vento. Eu, capitão-mor desta nau, não sabia o que havia de fazer.
Então, ajoelhei-me a pedir ajuda a Deus. Eu olhava à minha volta e não sabia o que fazer. Só conseguia pensar na minha família.
O perigo era tão grande que, quando dei por mim, estava a falar comigo próprio, procurando respostas para tantas desventuras.
Ficámos na Angra de S. Brás, esperando que tudo acalmasse.
A deusa Vénus veio em nosso auxílio e pediu às ninfas para acalmarem os ventos. A tempestade foi apaziguada, mas ainda não podíamos continuar a viajem.
Este dia ficou gravado na minha memória, pois fez-me pensar nos perigos que ainda podiam surgir, até chegarmos ao nosso destino.
Depois de tudo acalmar, segui viagem para a próxima terra, chamada ainda hoje de Natal, em memória à data em que lá cheguei, 25 de dezembro.
Ao chegar a esta terra, senti uma enorme tristeza e saudade da minha família, porque era dia de Natal, um dia que deveria ser celebrado com todos aqueles que amamos.
Bem, continuei viagem, mas sempre a pensar na minha família.

Querido diário, todas estas aventuras marcaram-me profundamente e serão eternamente relembradas por todos aqueles que vierem a ler este diário de bordo.
Catarina, 9.B

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