Olá, meu querido diário!
À chegada, vimos partir alguns batéis com marinheiros nossos que rumaram até a esta terra desconhecida. Alguns habitantes locais ofereceram-nos logo ajuda, indicando-nos um bom piloto, para nos guiar até à Índia.
No princípio, os homens daquelas ilhas pareciam-nos inofensivos, amáveis e nunca indignos da nossa amizade. Porém, tudo isto era demasiado bom, para ser verdade! Apercebemo-nos de tal coisa, quando fomos à praia mais próxima, com a intenção de buscar o piloto que nos foi prometido. Aí, receberam-nos em som de guerra, lançando setas contra nós. Felizmente, ninguém morreu!
Defendemo-nos desse povo e seguimos
para os batéis. Assim que chegámos às naus, o rei mostrou-se arrependido
(arrependimento este que mais tarde descobrimos que era falso), propondo-nos
paz. Fiquei bastante duvidoso! Como tal mandei dois marinheiros a terra, para
verem se lá havia realmente cristãos. Regressaram muito contentes, pois viram
um sacerdote de joelhos, diante de um altar. Estes homens trataram-nos com
muita bondade e simpatia.
As naus estavam a entrar na barra, quando, de repente, uma força incrível se soltou da maresia. Perante tais perigos naturais, fomos obrigados a desistir de prosseguir.
Neste instante, o tal piloto, dado pelo Rei, lançou-se ao mar
e nesse momento apercebemo-nos da armadilha em que cairíamos. Se tivéssemos a
navegar seríamos chacinados.
Agora, só temos de agradecer a Deus, por nos ter alertado para a cilada, que aquele povo traiçoeiro nos estava a preparar. Temos, também, rezar à divina Providência para nos ajudar a chegar à Índia ou a um porto de abrigo amigo, pois o nosso cansaço já é muito!
Dorme bem, porque eu farei o mesmo!
Ana Lúcia Marinho da Silva Nº2 9ºA
Cansados, doentes, fartos,
enfim… assim se encontram todos os membros da minha tripulação. Parece-me até
que não é desta que nos vamos recompor…
Hoje, foi um dia muito
cansativo, um daqueles dias para esquecer: chegámos a Mombaça!!!À chegada, vimos partir alguns batéis com marinheiros nossos que rumaram até a esta terra desconhecida. Alguns habitantes locais ofereceram-nos logo ajuda, indicando-nos um bom piloto, para nos guiar até à Índia.
No princípio, os homens daquelas ilhas pareciam-nos inofensivos, amáveis e nunca indignos da nossa amizade. Porém, tudo isto era demasiado bom, para ser verdade! Apercebemo-nos de tal coisa, quando fomos à praia mais próxima, com a intenção de buscar o piloto que nos foi prometido. Aí, receberam-nos em som de guerra, lançando setas contra nós. Felizmente, ninguém morreu!
As naus estavam a entrar na barra, quando, de repente, uma força incrível se soltou da maresia. Perante tais perigos naturais, fomos obrigados a desistir de prosseguir.
Agora, só temos de agradecer a Deus, por nos ter alertado para a cilada, que aquele povo traiçoeiro nos estava a preparar. Temos, também, rezar à divina Providência para nos ajudar a chegar à Índia ou a um porto de abrigo amigo, pois o nosso cansaço já é muito!
Dorme bem, porque eu farei o mesmo!
Ana Lúcia Marinho da Silva Nº2 9ºA
O texto fala dos marinheiros, de uma ilha onde foram inicialmente bem recebidos e depois atraiçoados.
ResponderEliminarTexto elaborado pelo 8.A