Chega um ministro ao
cais e vê duas barcas. Dirige-se à barca do inferno, pois foi a que lhe chamou
mais a atenção.
Ministro- Hou da
barca! Hou da barca! Onde está o marinheiro deste cortiço engalanado?
Diabo-Cortiço
não! É uma bela barca! Sou o marinheiro dela! O que quereis?Ministro-Quero saber o destino dela.
Diabo- O seu destino é para onde irás, a ilha perdida.
M- A ilha perdida… o que é?
D-O Inferno!
M- O Inferno… está bonito! Eu sou ministro. Para o inferno eu não vou. Onde já se viu… Eu no inferno!
D- Sim, tu. Achavas que quem abusa do bom povo poderá alguma vez ir para o paraíso.
M- Abusar do povo? Que disparate! Eu só faço o que é preciso para salvar o meu país.
D- Sim, sim! Tu não me enganas!
M- Oh! Eu vou àquela barca, para ver se lá entro.
Dirige-se á barca do
Anjo, para tentar a sua sorte.
M-Bom dia! Então,
está aí alguém?A- Sim, estou eu. Que quereis?
M- Eu quero entrar nessa barca.
A- Eu não deixo entrar quem rouba os mais pobres, obrigando-os a pagar pesados impostos.
M- Pronto, eu pago a entrada.
A-Nem penses nisso. Vai para o inferno, seu miserável, e aproveita bem os castigos que terás que suportar.
O ministro, cabisbaixo, lá vai em direção à barca infernal e nela entra.
Eduarda, 9.ºD
Gostei muito deste texto e gostava que tu continuasses a excrever assim.
ResponderEliminarBruno 8ºA